quarta-feira, 07 de outubro de 2026

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Antonio Miranda

Antonio Miranda é fundador e editor da SUASOR. Pesquisador da influência em sentido amplo, dedica-se há mais de 10 anos ao estudo dos mecanismos que moldam a percepção pública: como narrativas se constroem, como símbolos persuadem, como mensagens se propagam e se sedimentam em sociedades. Seu interesse atravessa a história da propaganda, a psicologia social, a comunicação estratégica e o que hoje se discute sob o nome de operações de informação. Desenvolve pesquisa contínua em fontes acadêmicas, documentais e jornalísticas. Na SUASOR, escreve com a convicção de que a alfabetização em influência é uma necessidade pública contemporânea. O projeto procura ensinar o leitor a perceber as estruturas invisíveis que sustentam mensagens, marcas, discursos e tendências.

Artigos publicados

Caderno de observadores eleitorais em primeiro plano e púlpitos vazios diante de telas desfocadas em uma sala de imprensa.
Relatório preliminar da OEA registrou preocupações com manifestações internacionais na campanha brasileira. O TSE afirmou não ter encontrado fatos que indicassem interferência estrangeira. A diferença entre esses enunciados importa para avaliar o que foi observado e o que ainda precisa ser demonstrado.
5 min de leitura

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07 out 2026
Pessoa em um ponto de ônibus desvia o olhar de um painel publicitário sem texto.
Uma mensagem insistente pode despertar resistência quando parece limitar a liberdade de escolha. A psicologia social ajuda a explicar por que isso acontece e quais são os limites dessa explicação.
5 min de leitura

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07 out 2026
Estúdio de telejornal vazio com uma tela de edição de vídeo ao lado da bancada.
Um monitoramento da Lupa encontrou centenas de conteúdos eleitorais com inteligência artificial antes do primeiro turno. Os dados ajudam a entender por que a autoria e a identificação das peças serão desafios centrais na disputa até 25 de outubro.
5 min de leitura

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06 out 2026
Três garrafas de vinho sobre uma bancada; uma opção inferior está ao lado de duas alternativas mais atraentes.
Uma opção claramente inferior pode aumentar o apelo de outra, mesmo sem mudar suas características. Pesquisas mostram como esse efeito aparece em escolhas de consumo e onde seus limites começam.
5 min de leitura

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06 out 2026
Mão encobre a identificação do pagador em um recibo ao lado de um celular com anúncio político genérico.
Uma apuração sobre anúncios eleitorais pagos em dólar mostra como a identificação de conteúdo político pode falhar antes de a transparência começar. O caso também ensina por que origem do pagamento, responsabilidade de campanha e alcance de uma mensagem precisam ser tratados como questões distintas.
5 min de leitura

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06 out 2026
Mão segura um cartão de fidelidade de cafeteria com dois espaços carimbados e outros oito vazios.
Cartões de fidelidade podem tornar uma recompensa mais próxima antes mesmo da primeira compra. Estudos sobre progresso percebido mostram por que esse detalhe estimula a continuidade e também por que seu efeito tem limites.
5 min de leitura

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05 out 2026
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